quinta-feira, 30 de abril de 2015

Sendo aprovado pelo sogro



Nessa cena Colby Keller esta novinho e o sogro dele o chamou para ter uma conversinha particular.
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Contos Eroticos Gay - Transei com meu tio



sou universitario sou loiro tenho 18 anos tenho 1,77 de altura bom vamos ao que entereca:
meu tio se chama francisco ele mora com minha familia digamos que eu tinha tara pelo meu tio pois bem meu tio e branco mais ou menos 1,65 de altura sempre escultei boatos que meu tio era gay mas nunca levei isso a serio e tambem nao procurei saber. Em um dia fui a faculdade terminei minha aula voltei para casa ao chega em casa ja passava das sete da noite   quando fui tomar banho quando ja no banheiro resolvo bater uma pensando no meu namorado quando gozei me sentei no chao quando putz esquerci de tranca a porta e meu tio entra no banheiro fiquei sem reacao na hora meu pau 19 cm baixou na hora tentei esconde-lo ele nao disse nada fechou a porta e saiu i eu fiquei rindo da situacao tomei o meu banho normalmente passei direto pro meu quarto me arrumei e sair com minha amiga mas nao deixei de pensa no ocorrido mas resolvo volta para casa quando chego em casa meu tio me chama no quarto dele:
-samuel vem aqui 
-ja to indo respondi ao meu tio quando entrei 
-pow samuel voce tem que ter mas cuidado quando for tomar banho ja penso se entra outra pessoa no banheiro o que irria pensa:
-mas tio voce que eo culpado por nao ter batido na porta;
-mas samuel ja aconteceu entao isso nao pode se repitir 
-entao tah tio me desculpa;
mudamos de assunto e meu tio me pede um filme emprestado vou ao meu quarto pega e resolvo que vamos assisti o filme juntos quando digo a ele que vou fazer pipoca para nos e fui quando volto me choquei com a cena que eu vir eu peguei um filme porno gay que tava dentro da capa errada e meu tio com olhos fixado na tv ai entro:
-tio nao e esse filme peguei o filme errado:
-nao deixe esse mesmo sempre tive curiosidade de ver como e dois homens fudendo 
sentamos assistimos ao filme quando num determinado momento notei um volume enorme debaixo dos lencois da cama
-xiiii tio acho que alguem quer pular pra fora pra assisti com agente:
-ele nao quer so assisti ele tambem quer brinca:
quando derrepente solta pra fora um kcete de 21 cm nossa me assustei e grosso cabeca bem rosadinha e depilada
nao esperei nada cair de boca ele so gemia e gemia e dizia putaria me chamava de puta piranha rapariga chupava suas bola ate seu cuzinho passei uns 5 minutos chupando quando resolvemos fazer um gostoso 69 eu gemia que lingua delicioso chupou tanto meu cu que nao aguentei gozei em seu peito passarao uns 20 minutos e coloca a cabeca do seu kcete na portinha do meu cu e aquilo foi me invadindo minhas entranhas senti um pouco de dor mas logo passou e se tornol prazer ate que ele comeca um delicioso vai e vem fizemos todas as posicoes possivel ate que ele nao aguenta mas e goza litros de gala no meu cu ai que delicia aquele leitinho quente dentro de mim ele tira seu pau dentro de mim e sua gala escorrei pelas minha pernas ele do nada vem e diz
-agora e sua vez de goza minha putinha e comeca a chupa meu pau depois de uns 5 minutos gozei litros fui tomar banho ai ele entra no banheiro e fudemos denovo la tomemos banho e fui dormi com a esperaca de fuder com meu tio novamente:na manha seguinte acordamos e nao tocamos no assunto
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Contos Eroticos Gay - Meu primo me arrombou



Eu tinha cerca de 18 anos quando esta história que vou contar aconteceu. Minha infância e adolescência foram um tanto quanto atíPICA… fui criado por minha vó e tive sempre minha liberdade, para sair de casa e brincar com meu amigos na rua, muito reduzida. Em alguns horários pré-estabelecidos eu tinha permissão para ir até a casa do vizinho e brincar um pouco. Foi, inclusive, com meu vizinho e coleguinha Marcos que me iniciei sexualmente (mas isso é uma outra história). Cresci desse jeito, sempre desejando mais liberdade para participar das brincadeiras que os outros adolescentes de minha idade brincavam na rua. Sentia vontade de jogar futebol, soltar pica, digo, pipa, etc. Nesta época também calhou de vir morar conosco meu primo Luiz Fernando, que era um jovem de seus 19 anos. Bem, mas vamos ao fato propriamente dito. Calhou que, num belo dia, todos teriam que se ausentar de casa pelos mais diversos motivos: trabalho, consultas médicas, etc… e eu ia ficar sozinho em casa. Pensei logo comigo: “É hoje que vou me dar bem… vou prá rua e vou brincar até não agüentar mais”. Depois que todos saíram, fui para a frente de minha casa, onde diversos adolescentes estavam brincando, e me juntei a eles. Estava me divertindo bastante quando apareceu meu primo e, sem mais nem menos, foi em minha direção e me mandou entrar. No começo pensei que era brincadeira, mas ele falou com mais severidade na segunda vez e eu percebi que ele estava falando sério. Tentei dialogar mas foi inútel. Indignado e me sentindo humilhado, voltei para casa. Lá dentro discuti com ele. - Pô, você não podia fazer isso comigo… me humilhou na frente dos outros! - Foda-se… Sua vó te disse que não era prá você sair! - Foda-se você… eu vou sair e vou brincar!- Ah, é… então vamos ver… Dito isso ele avançou prá cima de mim, me empurrou sobre o sofá da sala e, sem que eu pudesse adivinhar suas intenções, puxou meu short, tirando, e me deixando nu da cintura prá baixo (na época eu não usava cuecas). Fiquei mais puto de raiva ainda e parti prá cima dele, tentando pegar meu short de volta. Como ele era maior e bem mais forte do que eu, não consegui meu intento. Era só ele segurar meu short com os braços levantados e eu já tinha dificuldades para pegá-lo. Durante minhas tentativas para recuperar meu short pude notar que Luiz Fernando estava diferente, bem estrovertido, excitado. Desconfiado que ele estava com segundas intenções comigo provoquei uma situação que era prá tirar a “prova dos nove”. Em determinado momento, quando ele trocava o short de mão em mão, DEI um jeito de entra no meu de seus braços e ficar de costas para ele, encostando meu traseiro no seu pau. Não tive mais dúvidas… meu primo estava de pau duro. Resolvi tirar vantagem da minha descoberta e reverter situação a meu favor: continuei entre seus braços e de costas para ele, mas com minha bunda bem grudadinha no seu pau. - Nossa, que pirocão, Fernando…! Falei, dando uma reboladinha bem assanhada no seu pau. Sua máscara caiu na hora e ele me agarrou sarrando seu pau na minha bunda, descaradamente, mostrando qual era realmente suas intenções para comigo. - Espera aí, espera aí – falei, escapando de seus braços – Vamosfazer um trato…! - Trato… Que trato porra nenhuma!- Calma… Você vai gostar! - O que é então? Fala logo, porra! - Tudo bem… É o seguinte: eu dou prá você e você deixa eu irlá prá fora brincar! Luiz Fernando pensou um pouco e topou e já foi abrindo a bermuda prá tirar a pica prá fora. - Calma – pedi, me dirigindo até ele e me ajoelhando a seus pés – Deixa que eu faço isso! Dito isto, baixei o zíper da sua bermuda, baixei-a até em baixo, deixando-o apenas de cuecas e passei a dar beijinhos na sua rola, sob a cueca. Fernando, que não esperava esse tipo de reação de minha parte, ficou super excitado com meu desempenho (ele não sabia que meu vizinho Marcos era um assíduo visitante do meu cuzinho e da minha boca). Querendo deixá-lo mais doido ainda, baixei sua cueca, liberando seu membro, que estava duro que nem um ferro, que logo soltou na direção do meu rosto. Era bem maior e mais grosso do que o do meu amiguinho Marcos, o que me deixou preocupado. Mas como quem tá na chuva é prá se molhar, parti prá cima do pauzão. Sem o auxílio das mãos, fiquei dando pequenas lambidinhas no seu pau, olhando bem sacana para seu rosto. Ele estava ficando alucinado de tanto desejo. Dava para ver pelos seus olhos. Em dado momento abocanhei, com um certo esforço (tive que abrir bem a boca), a cabeçona da sua rola e meu primo soltou um gostoso gemido de prazer. Não agüentando de tanto tesão, Fernando segurou-me pela cabeça e passou e socar sua pica dentro da minha boca, fudendo-a. Com minhas mãos em sua virinha eu limitava o acesso de seu pau na minha boca até no máximo 1/3 do seu tamanho. Seu pênis entrava e saia de minha boca num rápido vai e vem e, apesar da dificuldade que estava tendo para receber algo tão grande na minha boca, eu estava adorando a experiência de dar prá alguém bem mais velho. Num dado momento ele tirou seu pau e disse que iria me comer. Nessa hora tive medo, pois se o pau de Marcos, que era tão pequeno como o meu, já entrava doído no meu cu, quanto mais um que era o dobro. A excitação de meu primo não permitia que ele avaliasse a situação por esse lado. Com bastante energia ele me fez ficar de quatro em cima do sofá e ajeitou minha bunda para recebê-lo. Fiquei ali, submisso, esperando o pior. A dor começou assim que ele posicionou seu piru na minha entradinha. Já no ato de ficar esfregando o pau no meu cu procurando passagem eu já estava reclamando da dor. Quando seu pau forçou um pouco mais a passagem eu não agüentei, dei um berro de dor e pulei do sofá indo para ocentro da sala. - Não… tá doendo muito… eu não quero dar mais não! - Vai dar sim… por bem ou por mau…! Nem bem acabou de falar e ele partiu prá cima de mim. Vendo que ele estava determinado a me comer de qualquer jeito, rapidamente, corri, mesmo nu da cintura para baixo, para os fundos da casa, tentando fugir. Como era maior e mais forte não demorou para me alcançar. Nem bem tinha conseguido sair da casa e Luiz Fernando me pegou, me ergueu no ar e me levou para dentro, pro quarto dele, onde me jogousobre a cama. - Se tentar fugir de novo vou te encher de porrada, entendeu? Falou energicamente enquanto me dava um tapa no rosto. Chorando, obedeci, totalmente submisso, quando ele me mandou ficar de quatro sobre a cama. Ele então se posicionou atrás de mim e começou novamente a forçar sua rola no meu cu. Dessa vez ele foi mais bruto e cutucou com força seu pau no meu buraquinho. Dei um grito de dor e, chorando, implorei para ele parar. Sua resposta fui um forte tapa na minha bunda e uma ameça clara de agressão, caso eu repetisse meu gesto. Sem poder fazer mais nada, procurei alcançar um travesseiro com as mãos e fiquei aguardando sem impalado por aquele lança enorme. Luiz Fernando voltou a forçar a passagem e, de tanto tentar, meu cu cedeu e a cabecinha escorregou para dentro de mim. A sensação era de que eu estava sendo dividido ao meio. Com medo de apanhar, enfiei a cara no travesseiro e começei a chorar bastante. A dor ficaca cada vez maior a medida que seu pau ia entrando dentro de mim. Quando viu que eu não ia agüentar mais do que a metade de sua rola, Luiz Fernando parou por ali e passou e me comer num vai e vem que quase me fez desmair de dor. Ficou comendo meu cu e eu inundando o travesseiro de tanto chorar até que, sem avisar gozou dentro de mim. Depois de se saciar, Luiz tirou seu pau de dentro de mim e eu senti um tremendo alívio, apesar da dor. Querendo me livrar totalmente daquela situação, pedia a ele meu short para eu poder sair para a rua (não ia conseguir brincar mas não queria ficar com ele em casa). Na maior cara de pau ele me respondeu:- O trato era que eu deixaria você ir prá rua, e não que eu ia te dar o short… se quiser pode sair, mas vai sair pelado! Fiquei puto com o que ouvi e chorei mais ainda. Algumas horas depois os primeiros parentes começaram a chegar e meu primo me devolveu o short. Não me comeu mais esse dia, mas passou a me assediar direto e impedir minhas saídas. Depois desse dia Luiz Fernando demorou mais de uma semana para poder me comer de novo e então virou freguês do meu cuzinho. Ele me comeu tantas vezes que, quando meu amigo Marcos foi me comer, estranhou o fato do seu entrar sem nunhuma resistência dentro de mim. Hoje posso dizer, com orgunho, que tá prá nascer um pau que eu não dê conta.
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Contos Eroticos Gay - Chupei meu irmão dorminhoco



Eu tava jogando PS2 no quarto a um tempão, 00hr e eu ainda estava jogando, meus pais dormindo, e como era de costume meu irmão saia pra beber nos fins de semana, 1h40 ele chega, e eu ainda jogando, meu irmão entrou foi no quarto, depois saiu e foi ao banheiro, quando voltou tive uma surpresa, ele tava só de camisa Sem bermuda Nem cueca, e se deitou, menos de 2 minutos já estava roncando, daí parei de jogar, um pouco com medo, decidi olhar o pau dele, criei coragem e fui, abaixei o lençol e tava lá o pau dele deitado sobre a barriga, devagarinho peguei depois soltei, voltei pro video game, olhei pra quele pau de novo e não aguentei, desliguei o video game e fui lá, do jeito que ele tava, num sabia se o pau dele ia endurecer, resolvi testar, peguei e comecei a punhetar devagar, daí o pau começou a crescer, crescer nossa que delícia, deu água na boca, abocanhei devagar, e comecei a chupar aquele pau duro, eu tava morrendo de tesão, pau muito gostoso de chupar, meu tesão era tão grande que tava querendo aquele pau no meu cuzinho, aproveitei que tava duro e tentei, apesar do medo dele ou dos meus pais acordarem e me pegarem no flagra eu fui, sem fazer o mínimo barulho fui tentando sentar, depois de muito esforço entrou a cabeçinha, quando fui sentando, ele deu uma contorcida que eu achei que ele ia acordar daí pulei da cama e me escondi, mas ele não acordou, esperei roncar de novo, e fui lá chupar mais um pouco, chupei sem parar e com gosto, como não podia deixar vestígios tive que fazer ele gozar tudo na minha boca, e fui chupando chupando, até que ele gozou, não puder deixar escapar nada, com o pau dele melado, eu fui cuspir o gozo depois voltei pra limpar o pau dele, chupei mais um pouco, depois cobri o pau dele fui ao banheiro lavar a boca depois voltei pra dormir por volta das 3h da manhã, depois de uma chupada deliciosa no meu irmão...
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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Paizão me pegou na punheta



Adoro me exibir na internet, dia desses meu pai me pegou tocando uma punheta e não resistiu e acabamos tocando uma punheta juntos.
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sábado, 25 de abril de 2015

Historias em Quadrinhos Gay - Dad's Toys - Josman


Hoje trago pra vocês a historia em quadrinhos "Brinquedos do papai" escrita por Joasman.
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Fudi gostoso com meu cunhado



Estava em casa de boa tocando uma punheta quando chega meu cunhado, chamei ele para entrar e esperar minha irmã chegar. Ate que ele achou a revista que eu usava para me ajudar na punheta e ele começou a se empolgar ate que fudemos gostoso.
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Bareback - Paizão e filhão brasileiros



Paizão e filhão brasileiros em uma deliciosa foda amadora bareback
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Contos Eroticos - Depilando o papai



Certa tarde, estava em casa sozinho tomando banho com a porta aberta, e sem ao menos ouvir nenhum barulho meu pai entro em casa. Deixou suas coisas no quarto e entrou no banheiro para mijar. Enquanto mijava ficou olhando para mim e eu em sua jeba, disfarçadamente, chaqualhou seu mastro e olhando para mim disse:
- Filho você se depila, ta lisinho, sem pentelho nenhum.
Papai tem muitos pelos na região genital, peito e coxas e pelo que ja vi, seu cuzinho também.
Então disse:
- Depilo sim pai, e você devia se depilar, a mamãe ia adorar. Ele disse:
- Ensina seu velho como se depilar, to com meu rabo lotado de pelos e me encomoda demais.
Depois que sai do chuveiro peguei uma lamina de barbear, um creme depilatório que uso e uma maquina de cortar cabelos, e mandei papai tirar a roupa.
Estava super feliz em depilar meu velho, então decidi começar pelas coxas. Liguei a maquina e comecei a raspar os pelos das coxas, não no zero. pois meu pai não quis, deixando apenas um pelo ralinho. Enquanto cortava seus pelos, sentia seus musculos da perna torneados, misturados ao seu cheiro de macho. Terminei sua coxa e decidi ir para a virilha, e com a maquina comecei raspar seus pelos, papai olhava para mim com ar de vergonha, e quando terminei este lugar comecei a raspar alguns pelos que crescem em sua jeba, bem no corpo peniano, seu pau estava mole, porém bem grande, papai é um jumento, e após alguns segundos com a piroca de meu pai na mão, esta começou a ganhar vida, sua glande ja se mostrava pela chapeleta de pele, olhei para papai que estava com os olhos fechados com ar de prazer. Percebi que meu velho estava gostando do meu serviço pois logo vi aquele olho saindo de tesão de seu pau , sem ele perceber passei a mão e levei a boca, me deliciando com tal especiaria.
Passei meu creme em suas bolas, que pareciam sacos de batatas, papai tem colhões maravilhosos, de dar vontade em qualquer mulher de chupá-los. Deixei o creme agir e tirei os pelos de sua bolsa escrotal, que ficou linda sem pelos nenhum.
Então, mandei papai ficar de quatro, para passar o creme em seu rabinho que estava lotado de pelos, abri sua bundinha torneada e pude ver aquele cuzinho pequenino, que provavelmente nunca havia tido um pau cravado, seu cuzinho piscava para mim enquanto passava o creme. Papai nesta altura estava com seu pau inchadíssimo e eu não me contentando mais estava com minha vara explodindo em minha cueca, estava doido pra chupar meu velho ou lamber aquele cuzinho ou ainda o que eu duvidaria muito fuder meu velho gostoso.
Ao acabar o serviço em seu traseiro, meu pai entrou no chuveiro e me chamou para tomar uma ducha com ele pois estava cheio de pentelhos raspados pelo corpo, obviamente obedeci. Tirei minha roupa e meu genitor pode perceber minha alegria vislumbrando meu cacete, virei de costas para papai, para meu pau não encostar nele ( o banheiro de casa é um pouco apertado), foi então que meu velho pediu pra eu esfregar suas costas e com segundas intenções deixei meu pau encostar nele, que ao mesmo tempo, virou a cara pra mim e deu uma risadinha. Meu velho não é de conversar muito mais em seu silêncio percebia sua excitação, mas acho que o medo de bulinar o filho o impedia de certas iniciativas foi então que deixei o sabonete cair sobre os seus pés, e agachei bem envergado com intuito de papai vislumbrar meu cuzinho, sua jeba que estava se desanimando enalteceu em segundos e ao levantar esbarrei-me em seu mastro com a cara, ficando de pé em sua frente, não deu outra, meu velho grudou no meu pau e me trouxe em seus braços, agarrando com uma mão em minha bunda, pude sentir sua vara roçando a minha vara.
Não resisti e deu um beijo no meu velho gato, que retribuiu com uma mordiscada em minha orelha, desci lentamente como um cão farejador lambendo cada milímetro do meu papai, e em seus mamilos dei umas mordiscadas que papai perdiam o fôlego e sem mais pestanejar implorou que eu sugasse seu cacete, mais uma vez acatei suas ordens. Minha língua explorou cada pedacinho do cacete de papai, assim como suas bolas que agora depiladas estavam vulneráveis a minha boca, eram enormes mais mesmo assim coloquei-as em minha boca....papai delirava comigo e dizia somente:
- Vai filhão, chupa, chupa, ahhhh...vai vai, acaba com o papai!
Aproveitando-se de um momento que papai queria trocar de posição, pedi que ele ficasse de quatro, e ele acatou ressabiado, então abri seu cuzinho e com um cuspe certeiro massageei com a língua sua cavidade, meu pai tremei de puro êxtase...chupei por alguns instantes seu rabinho, que piscava para mim em contrações ritmadas, papai seguia dizendo:
- Delícia, que delícia... acho que meu velho nunca havia ganhado um cunete e após minutos enfiei meu primeiro dedo, papai trancou seu cuzinho a hora, e olhando para mim disse que não, olhei para ele e mandei relaxar. Com muito carinho fui lubrificando seu cuzinho e colocando um dedinho a mais, meu genitor gemia com um pouco de dor creio eu.
Meu velho já havia me comido algumas vezes, mas nunca deixará eu fazer o mesmo, foi então que me ajoelhei e pincelei seu esfíncter com meu pau, que latejava feito pedra, e com algum esforço forcei a entrada. Não coloquei quase nada da pontinha e meu papai escapou, levantando e se negando a me deixar enrabar, encostei em seu rosto e disse que eu queria muito e que a mesma dor que ele sentirá, eu senti com o dia em que ele arrancou meu cabaço, e que depois de entrar a cabeça, o pior passava e ficava muito bom. Então resolve continuar, repassei todo serviço de lubrificação em seu cuzinho e posicionei novamente minha pica em seu cuzinho minúsculo forçando entrada e pedindo papa meu velho relaxar, e depois de um pouco de esforços e muitos gemidos de papai senti meu caralho, dilacerar suas pregas, meu tesão era imenso, o cu de papai era tão apertadinho que sentia cada rugosidade de sua anatomia meu pai se estrebuchava no meu cacete.
Aos poucos, fui bombando sua bundinha e com um pouco de costume papai já pedia brasa, foi quando aumentei a velocidade....estoquei com toda minha força no cuzinho de papai, chicoteando-o com minhas bolas, papai, rebolava na minha neca e depois de minutos intermináveis de êxtase, soltei um jato de porra dentro de papai, que ao sentir o calor de meu leite em seu cú, bateu uma punheta e gozou no chão do box, tirei meu cacete lambuzado do cuzinho de papai e lhe ofereci, que surpreendentemente, aceitou com muita fome. Papai descansou um pouco e com muito fogo se ofereceu para me fuder, aceitei e ele realizou minuciosamente o mesmo protocolo que eu tinha feito e enrrabou-me também...
Depois de quase uma hora e meia no banheiro, saímos como se não tivesse ocorrido nada, meu pai não me dirigiu a palavra neste dia, mas eu sabia que tinha lhe agradado demais.
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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Vintage - Irmãos Rockland



  Vince RocklandHal RocklandShane Rockland são três irmãos gostosos e dotados. Eles fizeram um filme que não é bem um incesto, pois eles aparecem juntos na mesma cena comendo um cara mas eles não fazem sexo entre si. Mas vale a pena conferir o filme e as fotos.
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Seduzindo o tio Adam



Entre uma conversa e outra com o tio Adam percebi que ele não tirava os olhos do meu cacete, foi então que resolvi seduzi-lo.

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Amador - Arrombando o sobrinho virgem


Titio adora um cuzinho e aproveitou para comer o cuzinho virgem do sobrinho.

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Gêmeos - Caio e Carlos Carvalho



Deliciosa cena onde os irmãos gêmeos brasileiros Caio e Carlos Carvalho toca punheta um para o outro.

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Chupei meu pai bêbado



Cheguei em casa e vi meu pai dormindo bêbado e de pau pra fora, não resisti a tentação e chupei aquele pauzão negro gostoso.

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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Bareback - Gêmeos brasileiros



Os gêmeos brasileiros Bernardo e Bruno em uma exelente foda bareback

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Irmão folgado



Meu irmão veio passar um tempo aqui em casa, o problema é que ele é muito folgado e vive andando pelado pela casa, tocando punheta sem se importar que eu veja.

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Filho teimoso levou rola


Cheguei no hotel com meu filho e disse para ele não assistir filme porno, mas ele me desobedeceu e tive que castiga-lo dando rola no rabo dele 

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